O Governo da Hungria lançou esta sexta-feira a campanha pelo ‘não’ no referendo sobre as quotas europeias para acolhimento de refugiados com um ‘site’ que alega haver na Europa 900 zonas de imigrantes onde a polícia não entra.

Nessas 900 “zonas interditas”, onde reside “um grande número de imigrantes”, em Paris, Londres, Estocolmo ou Berlim, as autoridades têm “pouco ou nenhum controlo” e “as normas da sociedade de acolhimento mal imperam”, lê-se na página, desenhada com as cores da bandeira húngara.

Questionado pela agência France Presse sobre a fonte daquele número, o porta-voz do governo, Zoltan Kovacs, afirmou que ele provém “de dados públicos disponíveis na internet”, sem dar pormenores.