Francesco Schettino, capitão do Costa Concordia, voltou a subir a bordo do navio onde morreram 32 pessoas em janeiro de 2012.

Schettino acompanhou uma equipa de peritos depois de a sua visita ter sido autorizado pelo Tribunal de Grossetto, uma vez que os advogados alegaram que era «um direito do arguido poder visitar o local do crime».

O comandante enfrenta, desde julho de 2013, um processo no qual é acusado de homicídio múltiplo, abandono de navio, naufrágio e de não ter informado imediatamente as autoridades portuárias da colisão do navio contra as rochas.

Schettino assumiu parte da responsabilidade e pediu perdão numa entrevista televisiva no ano passado. No entanto, nega ter abandonado o navio depois do momento da colisão.