A bordo do avião da Malaysia Airlines seguiam 239 pessoas de 14 nacionalidades.

Malásia: objeto flutuante no mar não é bote salva-vidas do avião

Familiares e amigos dos passageiros continuam sem respostas sobre o que realmente terá acontecido com o boeing 777 que seguia de Kuala Lumpur para Pequim.

Números aos quais damos rostos. Rostos com histórias. Philip Wood, Xiaomo Muktesh,

Catherine e Robert, são cinco dos rostos das 239 pessoas que seguiam a bordo do Boeing 777 da Malaysia Airlines que permanece em parte incerta.

Philip Wood de 51 anos, foi identificado como o único passageiro adulto a viajar com um passaporte dos Estados Unidos, mas, na lista de passageiros consta ainda o nome de duas crianças de dois e quatro anos de nacionalidade norte-americana.

Wood começou a trabalhar em Kuala Lumpur, na Malásia, há apenas três meses.

Apanhou o voo MH370 rumo a Pequim. Seriam seis horas de viagem, mas o avião nunca chegou ao destino.

E a Philip Wood junta-se a história de vida de um casal canadiano, Muktesh Mukherjee e a mulher Xiaomo Bai. Segundo a imprensa internacional, o casal tem dois filhos que não estavam a bordo do avião.

Os australianos Catherine e Robbert Lawton viajavam para Pequim na companhia de um casal amigo.

Também uma empresa norte-americana de tecnologia confirmou que 20 trabalhadores, 12 cidadãos da Malásia e oito da China seguiam a bordo da aeronave.

No total 227 passageiros e 12 tripulantes. A maioria dos passageiros são chineses mas estariam a bordo pessoas de 14 nacionalidade, que pertenciam a países como Malásia, Estados Unidos, França, Canadá e Austrália.

O mistério continua. Sem notícias, familiares e amigos das centenas de passageiros desaparecidos tentam encontrar respostas.

O pioloto do avião, natural da Malásia, tem 53 anos e desde 1981 que pertence à companhia aérea.

A aeronave, com onze anos de uso não enfrentou condições climatéricas adversas nem emitiu nenhum sinal de alerta ou pedido de socorro.

As investigações continuam, a busca permanece. As últimas informações apontam agora para a tese de terrorismo. Sabe-se que dois dos passageiros embarcaram com passaportes roubados e uma fonte da investigação admitiu que o avião se tenha desintegrado em pleno voo.