Uma greve na polícia argentina está a originar uma onda de violência e pilhagens. A cidade de Córdoba já foi palco de vários tumultos.

A segunda maior metrópole do país foi deixada ao abandono depois de três mil agentes se recusarem a patrulhar as ruas.

Os polícias exigem o aumento do vencimento para 1500 euros, já que ganham pouco mais que o salário mínimo, o que representa metade do valor exigido.

A falta de polícia nas ruas levou a pilhagens e roubos. Os vários incidentes já fizeram pelo menos três mortos e 60 feridos.

O governador de Córdoba já solicitou ajuda urgente ao governo para combater a situação.

De La Solta, adversário político de Cristina Fernandez, responsabiliza o executivo pelo crescendo aumento da violência, uma vez que não destacou de imediato agentes da polícia nacional de Córdoba.