No Egito, pelo menos 54 pessoas morreram. Mais de 170 ficaram feridas nos protestos contra o governo. O terceiro aniversário da revolução que derrubou Hosni Mubarak foi assinalado com violência.

O bairro de Alf Maska, a oeste do Cairo, registou os incidentes mais violentos. É um bastião da Irmandade Muçulmana, o movimento a que pertence Mohamed Morsi. O primeiro presidente democraticamente eleito do país, deposto pelos militares em julho.

A onda de violência alastrou ainda a Alexandria, Minya e Gizé. Apoiantes e adversários dos islamitas envolveram-se em confrontos, com os militares pelo meio.

O dia ficou ainda marcado pela explosão de duas bombas no Cairo e no Suez. A primeira não causou vítimas, mas em Suez pelo menos 15 pessoas ficaram feridas.