Barack Obama que diz que a democracia e o estado de direito vão triunfar na Ucrânia. Obama deixou claro que a Rússia não será expulsa da Crimeia pela força, mas também foi explícito quando disse que novas ações bélicas de Moscovo terão como resposta sanções contra a economia russa.

O presidente norte-americano sublinhou também a necessidade de reforçar a presença da NATO nos países que sentem de perto a ameaça russa, como a Polónia, os Países Bálticos ou a Roménia.

Esta quinta-feira presidente dos Estados Unidos vai reunir-se com o Papa Francisco no Vaticano.

Depois da holanda, a Bélgica onde há quase um século os americanos vieram para ter um papel determinante na vitória aliada na primeira guerra mundial. Ao lado do rei Filipe e do primeiro-ministro belga, Obama visitou o cemitério americano dos campos da flandres, onde estão sepultados perto de 400 soldados do tio Sam.

Depois, a cimeira com a União Europeia. Nestes dias em que no topo da agenda das relações entre Washington e Bruxelas estão também as palavras Rússia, Ucrânia, Crimeia.

Na conferência de imprensa com Durão Barroso, o presidente norte-americano disse não esquecer a grave crise económica que a europa tem atravessado. Apelou, no entanto, a que a UE gaste mais dinheiro nas suas forças armadas.