Nos Estados Unidos, a condutora morta pela polícia junto ao capitólio sofria de depressão pós parto. A família questiona-se, agora, porque é que a polícia matou uma mulher que estava desarmada. E considera injustificável a sua morte.

A família também não consegue explicar porque é que a higienista, de 34 anos, residente em Nova Iorque, tentou forçar a entrada no portão da Casa Branca. Mas insistem que as autoridades poderiam ter lidado com a situação doutra forma.