A visita do Papa ao Brasil começa já na segunda-feira. Francisco vai estar presente nas Jornadas Mundiais de Juventude, no Rio de Janeiro, entre 23 e 28 de julho. A visita vai implicar segurança máxima. Estão mobilizados 22 mil militares e agentes das forças da ordem.

A menos de 48 horas da chegada do Sumo Pontífice ao Rio de Janeiro, chegam milhares de peregrinos a um país em convulsão social. O governo Dilma Rousseff não dorme em serviço. Para garantir que o Papa não é beliscado pela onda de manifestações, a Presidente brasileira voltou a ordenar o reforço da segurança.

No espaço de três dias, o Palácio do Planalto, em Brasília, aumentou o número de polícias e militares, nas ruas, primeiro de 10 mil para 14 mil efetivos. Agora, para mais de 22 mil, incluindo militares dos três ramos das Forças Armadas.

Em coordenação com o Ministério da Justiça, as forças da ordem ficam responsáveis principalmente pela segurança dos quatro eventos na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, na próxima semana, incluindo a Via Sacra.

Só no Rio de Janeiro, os peregrinos serão perto de dois milhões. São esperados também 800 mil turistas. O relógio não para e os martelos batem com mais força à medida que se aproxima a chegada de Francisco ao Brasil.