Valérie Trierweiler, jornalista e ex-companheira do presidente francês, François Hollande, é esta quinta-feira capa da revista francesa «Paris Match», para a qual trabalhou muitos anos. «Foi como se tivesse caído de um arranha-céus». Foi assim que descreveu a Émilie Blachère, amiga e ex-colega, o que sentiu quando soube do caso de Hollande.

Quando assumiu a relação com Hollande, deixou a área da política e começou a fazer cultura. Era uma forma de garantir que nada se misturava. No entanto, foi a trabalhar para a editoria de cultura que ouviu «rumores», há já algum tempo, da ligação de Hollande à atriz de 41 anos, Julie Gayet.

Recorde-se que no passado dia 25 de janeiro, François Hollande, anunciou, através de um comunicado, que terminara a sua vida em comum com Valérie Trierweiler.

No dia seguinte, esta seguiu numa viagem humanitária para a Índia. Foi já neste país, a muitos quilómetros de distância de Paris, que falou com Émilie Blachère.

«Não é porque já não sou primeira-dama que a vida vai acabar ou parar», afirmou também Valérie Trierweiler durante a entrevista, garantindo que o seu apoio a organizações humanitárias irá continuar.

Valérie confessou à amiga e ex-colega que no momento em que soube do alegado romance de Hollande, a relação já não estava bem, «havia um afastamento», mas a cobertura da comunicação social tornou tudo muito mais difícil. Aliás, no início, confessa que ignorou os primeiro rumores do caso extra-conjugal.