A menos de um mês das eleições presidenciais no Brasil, há um novo escândalo de corrupção que envolve a petrolífera Petrobras e vários partidos, tanto do poder como da oposição.

O caso tornou-se público depois de um ex-diretor da empresa estatal, detido desde março, ter decidido colaborar com as autoridades e ter denunciado um suposto esquema de corrupção que beneficiou altas esferas partidárias.

O caso está em segredo de justiça, mas a imprensa brasileira garante que, entre os nomes denunciados, aparece o do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, os presidentes das duas câmaras do parlamento, e vários senadores e deputados federais.

O escândalo não atinge apenas a campanha da presidente Dilma Rousseff e um dos nomes que faz parte da lista é o de Eduardo Campos, o governador de Pernambuco que morreu num acidente de avião em agosto e foi substituído na corrida à presidência por Marina Silva, a mais séria adversária de Dilma.