Dois peritos do Organismo Internacional de Energia Atómica (OIEA) chegam esta quarta-feira ao Japão para analisarem os efeitos dos derrames tóxicos no mar de água da central nuclear de Fukushima, danificada por causa do sismo e tsunami de março de 2011.

David Osborn, diretor dos Laboratórios para o Meio Marinho que a OIEA possui no Mónaco, e Hartmut Nies, responsável pelo laboratório de radiometria do organismo irão permanecer no Japão até 12 de novembro.

Entre quinta e sexta-feira os dois técnicos irão recolher amostras na água da costa da prefeitura de Fukushima e observar as análises feitas na própria central para detetar os níveis de contaminação no mar.