O Governo de Moçambique manifestou esta segunda-feira «choque e consternação» com o assassínio do Presidente da Guiné-Bissau, Nino Vieira, e repudiou a «tentativa de alteração da normalidade política do país fora do quadro constitucional», revela a Lusa.

«Seguimos de perto, com choque e consternação, o que se passa na Guiné-Bissau. Somos apologistas de soluções previstas dentro do quadro constitucional», disse à Agência Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros moçambicano, Oldemiro Baloi.

Baloi afirmou que o Governo moçambicano está disposto a trabalhar para a normalização da situação política na Guiné-Bissau, no contexto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), «dependendo da evolução dos factos».

O chefe de Estado guineense foi morto hoje durante um ataque à sua residência em Bissau, depois de um atentado, esta madrugada, que matou o Chefe de Estado Maior-General das Forças Armadas, Tagmé Na Waié.