O antigo presidente do Tribunal Constitucional da Indonésia foi condenado à prisão perpétua por ter aceitado subornos com vista a influenciar algumas decisões relacionadas com litígios eleitorais naquele país do sudeste asiático.

Akil Mochtar foi considerado culpado pelo tribunal anticorrupção da cidade de Jacarta por ter aceitado mais de 57 mil milhões de rupias (3,5 milhões de euros) em subornos no quadro de litígios que envolviam 15 escrutínios regionais, após um processo que durou quatro meses e foi concluido na noite de segunda-feira, noticia hoje a imprensa local.

A sentença foi justificada com os danos causados à reputação da mais alta instância de justiça do país.