O partido Democratic Rally (DISY) vence as eleições com 37,70% dos votos. Segue-se o Partido Progressista do Povo Trabalhador com 26,90% dos votos. Em terceiro lugar surge o Partido Democrático (DIKO) com 10,80% e em quarto lugar o Movement for Social Democracy (EDEK) com 7,70% dos votos.

Em 2009 as eleições ditaram dois deputados para Aliança Democrática (DISY) e para o Partido Progressista do Povo Trabalhador (AKEL), um deputado para Partido Democrata (DI.KO) e para o Movimento dos Sociais-Democratas (EDEK).

Chipre é membro da União Europeia desde 2004. Por ter o setor financeiro demasiado exposto à crise da dívida na Grécia pediu, em 2012, ajuda financeira da zona euro para conter os riscos para a economia. No ano seguinte, o pró-europeu de direita Nicos Anastasiades (DISY) foi eleito Presidente da República e garantiu que a primeira prioridade do seu mandato seria restaurar a credibilidade do país.

O Chipre está sob resgate financeiro internacional desde março de 2013. O acordo da zona euro e do FMI prevê um resgate de dez mil milhões de euros. Em troca, o país teve de reestruturar o seu setor bancário, criar uma taxa sobre os depósitos bancários abaixo e superiores a 100 mil euros, adotar um programa de cortes orçamentais drásticos, privatizações e aumentar o imposto sobre as sociedades empresariais.

Em 2004, o país passou a integrar a União Europeia. Participou nas eleições europeias desse ano e foram às urnas 72,5% dos cipriotas. Nestas eleições, o número diminui para os 42,37%.