Recém-casada morre em salto de «base jump»

Marido foi incapaz de socorrer a vítima

Por: Redação / MF    |   11 de Fevereiro de 2014 às 16:17


A norte-americana, Amber Marie, de 28 anos, morreu, no no Parque Nacional de Utah Zion, no último sábado depois de ter feito um salto de «base jump» em que o paraquedas não abriu completamente.

Amber Marie estava acompanhada do marido, Clayton Butler, de 29 anos, que assistiu ao acidente. Segundo o jornal local, The Salt Lake Tribune, Amber e Butler estavam casados a apenas duas semanas.

O Serviço Nacional de Parques, agência responsável pela gestão dos parques norte-americanos, afirmou que Amber tinha experiência em alguns tipos de desportos radicais, incluindo o «base jump». No ano passado, os dois tinham colocado um vídeo no Youtube a fazer este tipo de desporto.

Depois de uma escalada no Monte Kinesava, o casal decidiu saltar a partir do cimo de uma antena, algo que é proibido pelo governo. Por volta das 16 horas, Amber saltou primeiro, mas o seu paraquedas não abriu completamente: Marie morreu após uma queda livre de mais de 600 metros de altura.

Na tentativa de alcançar a mulher, Clayton saltou logo a seguir, mas não conseguiu ajuda-la. Depois de chegar ao chão, o marido teve ainda que fazer uma escalada de cerca de quatro horas até conseguir usar um telefone. As autoridades decidiram esperar pelo dia seguinte para encontrar a vítima e só por volta das 10 horas do último domingo é que foi resgatada.

Em comunicado, o encarregado do parque Jim Milestone disse que o acidente será investigado. «O base jump é muito perigoso. Até para pessoas experientes, como Amber Belows, e essa é uma das razões pelas quais isso não é permitido no parque», continuou.

Esta foi a primeira fatalidade ocorrida no Parque causada pelo «base jumping».
PUB
EM BAIXO: Amber Marie
Amber Marie
COMENTÁRIOS

PUB
Grécia pode receber créditos de emergência para evitar "crise humanitária"

Presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, admite conceder créditos de emergência ao país helénico como medida de transição. Schulz diz que Alexis Tsipras conduziu os gregos a um beco sem saída, mas que a população "não tem culpa disso". Na véspera da realização do referendo que pode ditar o futuro da Grécia, o clima de tensão mantém-se. O ministro das Finanças alemão admite que os gregos poderão estar a escolher entre o euro e o dracma. Já Yanis Varoufakis diz que o que a Europa está a fazer à Grécia é "terrorismo"