Recém-casada morre em salto de «base jump»

Marido foi incapaz de socorrer a vítima

Por: Redação / MF    |   11 de Fevereiro às 16:17


A norte-americana, Amber Marie, de 28 anos, morreu, no no Parque Nacional de Utah Zion, no último sábado depois de ter feito um salto de «base jump» em que o paraquedas não abriu completamente.

Amber Marie estava acompanhada do marido, Clayton Butler, de 29 anos, que assistiu ao acidente. Segundo o jornal local, The Salt Lake Tribune, Amber e Butler estavam casados a apenas duas semanas.

O Serviço Nacional de Parques, agência responsável pela gestão dos parques norte-americanos, afirmou que Amber tinha experiência em alguns tipos de desportos radicais, incluindo o «base jump». No ano passado, os dois tinham colocado um vídeo no Youtube a fazer este tipo de desporto.

Depois de uma escalada no Monte Kinesava, o casal decidiu saltar a partir do cimo de uma antena, algo que é proibido pelo governo. Por volta das 16 horas, Amber saltou primeiro, mas o seu paraquedas não abriu completamente: Marie morreu após uma queda livre de mais de 600 metros de altura.

Na tentativa de alcançar a mulher, Clayton saltou logo a seguir, mas não conseguiu ajuda-la. Depois de chegar ao chão, o marido teve ainda que fazer uma escalada de cerca de quatro horas até conseguir usar um telefone. As autoridades decidiram esperar pelo dia seguinte para encontrar a vítima e só por volta das 10 horas do último domingo é que foi resgatada.

Em comunicado, o encarregado do parque Jim Milestone disse que o acidente será investigado. «O base jump é muito perigoso. Até para pessoas experientes, como Amber Belows, e essa é uma das razões pelas quais isso não é permitido no parque», continuou.

Esta foi a primeira fatalidade ocorrida no Parque causada pelo «base jumping».
Partilhar
EM BAIXO: Amber Marie
Amber Marie
COMENTÁRIOS

PUB
Casal português no Estado Islâmico, mas porquê?

Reportagem da TVI foi perceber as possíveis motivações de Ângela e Fábio, dois portugueses que, com outros 10, se juntaram ao Estado Islâmico. Ela vivia na Holanda, onde a TVI esteve, para mergulhar no passado e melhor compreender a decisão de se converter ao Islão. EUA já admitem que Estado Islâmico foi subestimado. Portugal apoia coligação internacional contra os rebeldes, mas não envia militares