Um tribunal egípcio condenou à morte dez dirigentes da Irmandade Muçulmana acusados de instigar a violência na província de Qaliubiya, embora as sentenças não sejam ainda definitivas, segundo fontes judiciais contactadas pela agência noticiosa Efe.

Nesta ação são processados, além dos dez condenados, o guia da irmandade, Mohamed Badie, e outros 37 responsáveis do grupo, cujas sentenças serão lidas no próximo dia 5 de julho.

O juiz Hasan Fariq, presidente do Tribunal Penal de Shubra al Jeima, ordenou remeter os expedientes destes dez condenados ao mutfi (autoridade máxima religiosa) do Egito, Shauqui Alam.