“As crianças filipinas estão a trabalhar em condições absolutamente assustadoras em minas de pequena dimensão”, afirmou Juliane Kippenberg, responsável pelo relatório. “O governo filipino proíbe trabalho infantil perigoso, mas tem feito muito pouco para fazer cumprir a lei”.


“Às vezes parece que os tímpanos vão explodir lá em baixo”, contou Dennis à associação, que tinha apenas 13 anos quando mergulhou em busca de ouro pela primeira vez. “Eu fico debaixo de água por um ou duas horas. Uma vez, o meu responsável avisou-me que algo estava mal com o meu compressor, por isso tive de subir imediatamente.

“Às vezes a máquina verte e eu cheiro os fumos. Por vezes fico maldisposto porque é petróleo”.