O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, afirmou esta quinta-feira que o caso da tomada de reféns deve ser visto como uma «advertência» pelas autoridades que devem retirar lições do caso ocorrido, esta segunda-feira, em Sydney.

Abbott ordenou a abertura de uma investigação urgente às circunstâncias em torno da tragédia e ao facto de o sequestrador Man Haron Monis não figurar de nenhum lista de vigilância atendendo ao seu histórico de violência e extremismo.

O iraniano, de 50 anos, que chegou como refugiado à Austrália em 2001, era acusado, entre outros crimes, de ser cúmplice do homicídio da sua mulher, tendo-lhe sido concedida liberdade condicional.