O primeiro-ministro timorense afirmou esta terça-feira que o ex-comandante da resistência timorense Mauk Moruk se deve entregar às autoridades, acusando-o de atuar de forma anti-democrática e de pretender levar a cabo uma «revolução» em Timor-Leste.

«Estamos perante um indivíduo que posso dizer que é doido, que quer a revolução», disse Xanana Gusmão aos jornalistas depois de um encontro com o presidente da República, Taur Matan Ruak.

«Um senhor que se chama Mauk Moruk quer revolução, quer que o governo se dissolva, que o parlamento se dissolva e não pede novas eleições. Ele diz que ele é que tem que vir aqui resolver tudo. Deve ser uma democracia que ele aprendeu no estrangeiro», ironizou.