Um arqueólogo marinho acredita ter encontrado os destroços do Boeing 777, da Malaysia Airlines, a mais de três mil milhas (4,8 mil quilómetros) do local onde as autoridades estão atualmente a procurar.

MH370: buscas só começaram quatro horas após desparecimento

Tim Akers, um britânico de 56 anos, tem passado os últimos anos a analisar as mesmas águas, onde o avião pode ter caído, em busca de um navio da segunda guerra mundial.

Segundo o >«Daily Mail», o homem acredita ter encontrado uma parte da cauda do avião, apenas a 1600 quilómetros do seu local de partida.

A «descoberta» do britânico vai de encontro com a uma afirmação similar de um piloto dos Estados Unidos que disse ter descoberto partes do avião na costa da Tailândia.

Akers afirma que identificou partes do avião perto de onde as autoridades vietnamitas receberam relatos de trabalhadores que afirmam ter visto um avião a «arder no céu». O arqueólogo diz que é muito mais plausível que o avião se tenha despenhado no mar do sul da China, do que no sul do oceano Índico.

«O facto de ninguém ter visto ou encontrado partes do avião no mar, ou praias, da Austrália é uma boa razão para duvidar que [o avião] alguma vez tenha estado lá», afirmou.

Akers acredita que é bastante estranho que as autoridades não tenham procurado naquele local com um avião a voar a baixa altitude ou com um navio de guerra.

«Eles escolheram não fazer isso. É bastante estranho. Felizmente a água ali é bastante limpa e fica na plataforma continental, onde haverá destroços por todo o fundo do mar», afirmou Akers.

O voo MH370 despareceu misteriosamente a 8 de março com 239 pessoas a bordo.