A universidade japonesa de Nagasaki desenvolveu um método para detetar a presença do vírus do Ébola em cerca de 11 minutos, sendo mais rápido do que as técnicas atuais, divulgou esta quinta-feira a própria instituição. 

O novo método foi desenvolvido por uma equipa de cientistas do Instituto de Medicina Tropical daquela universidade, em parceria com a empresa japonesa Toshiba.

O teste permite aos médicos detetar mais rapidamente a doença e iniciar o tratamento nos pacientes.

Os investigadores realizaram uma prova do teste na Guiné-Conacri em março, quando foi aplicado em 100 pessoas, segundo um comunicado da Toshiba.

epidemia do ébola pode terminar já em agosto deste ano, segundo a previsão do chefe para a missão da ONU contra o Ébola,  Ismail Ould Cheikh Ahmed. 

Na Libéria, depois de um mês sem registo de infeções, foi diagnosticada uma mulher com ébola no último dia 20 de março, que acabou por morrer. As autoridades do país diagnosticaram outros dois novos casos suspeitos.

Duas vacinas experimentais contra o vírus, objeto de um ensaio clínico de duas fases, também na Libéria aparentam não representar riscos e já foram testadas em centenas de pessoas.