Em comunicado, as autoridades informam que «os detidos em Melilla são responsáveis pela criação e e administração de várias plataformas de Internet que difundiam todo o tipo de material de propaganda de grupos terroristas, nomeadamente, da jihad. Esta material era editado e traduzido em espanhol pelos agora detidos, de maneira a chegar a um público muito maior. E aproveitando o êxito da plataforma virtual, faziam a apologia das táticas terroristas, especialmente, apelando ao martírio».

Para além disso, estes detidos com ligações ao Estado Islâmico também se «dedicavam ao recrutamento de mulheres» e de novos jihadistas, acrescenta o comunicado.

 

As autoridades referem contudo que os perfis dos detidos são diferentes, entre membros aficionados do Estado Islâmico e «simpatizantes»