«Não esperávamos uma tal multidão, de mais de 200 mil ou 300 mil pessoas, ao longo de um trajeto de 28 quilómetros. O veículo avançava lentamente. O papa pagou o preço da exposição, sem proteção, ao Sol», explicou o padre jesuíta Federico Lombardi.










«A grande obra de reconciliação deve garantir os bens materiais, mas também, e ainda mais importante, deve promover a dignidade humana, o respeito pelos direitos humanos e a plena integração de todos os membros da sociedade», advertiu.


«O processo de cura pede a inclusão da busca da verdade, não para evitar reabrir velhos ferimentos, mas sobretudo como meio de promover a justiça, a cura e a unidade», sublinhou o Papa.


«Todos os membros da sociedade devem trabalhar em conjunto, todos devem ter uma voz. Todos devem ser livres de expressar as suas preocupações, necessidades, aspirações e medo», acrescentou o Papa.