a decapitação de 21 cristãos de origem egípcia

os serviços de inteligência norte-americanos já 



Erik Thomas, professor na Universidade da Carolina do Norte, declarou à ABC News que, através da pronúncia de várias palavras, o jihadista «parece ser norte-americano» com alguma influência árabe. Outro especialista de uma universidade norte-americana contatado pela estação de televisão coloca outra hipótese em cima da mesa: a possibilidade de se tratar de um árabe nativo que aprendeu inglês americano durante um período de tempo significativo nos Estados Unidos.



James FoleySteven Sotloff

autorização para utilizar a força militar contra os rebeldes