Haiti: rapaz de cinco e jovem de 11 anos salvos

Médicos acreditam que sobreviveu devido à força de vontade e ao corpo jovem

Por: Redação / CLC    |   21 de Janeiro de 2010 às 00:40
Artigo actualizado às 09h09

Um menino com cinco anos foi resgatado esta quarta-feira dos destroços de uma casa que desabou na sequência do terramoto que abalou o Haiti há uma semana atrás, informa a CNN. A mãe do rapaz está morta e o pai está dado como desaparecido.

A esperança do Haiti já veio ao mundo

Não se sabe se o rapaz, de nome Monley, teve acesso a comida ou água, mas os médicos atribuem a sua sobrevivência à determinação e à força do seu corpo jovem. O menino que vem engrossar o número de órfãos no Haiti foi levado para hospital e os clínicos indicaram que não tinha ossos partidos, mas sofria de uma forte desidratação.

As equipas de resgate salvaram ainda uma jovem de 11 anos, avança a France Press. A jovem sobreviveu nos escombros da sua casa durante oito dias e segundo os primeiros relatos médicos está bem de saúde.

A menina está agora hospitalizada numa estrutura francesa, afirmaram médicos de duas organizações no local.

«É realmente um milagre, ela está lentamente a voltar à vida, é abençoada pelos deuses», afirmou Dominique Jean, médico cirurgião de uma organização não-governamental francesa que está a gerir um hospital de campanha com a Alima, outra organização médica.

«Os rins funcionam, vamos hidratá-la suavemente com água salgada e depois vamos progressivamente nutri-la com alimentação mais rica», acrescentou o médico.
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Haiti: catástofre humanitária
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BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém»

«Fala-se do buraco, do buraco, do buraco no meu mandato... Apresentem-me números». Ano e meio depois de sair, ex-presidente do BESA diz que a carteira de crédito cresceu ainda mais, com outros a liderar o banco. Quanto à garantia do Estado angolano, afirma que caiu por culpa do Banco de Portugal. Já sobre os créditos em si, assume a responsabilidade por tê-los pedido, mas quem autorizou foi o BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém». Há alguma contradição nas suas explicações sobre onde é que, afinal, pára o dinheiro dos polémicos créditos que desapareceram