Pelo menos 250 pessoas estão desaparecidas, no Nepal, após uma avalancha que atingiu uma aldeia no distrito de Rasuwa, adiantou o governante local, Uddhav Bhattarai, citado pela Reuters. 

A área atingida, na localidade de Ghodatabela, a norte da capital de Katamandu, é popular entre os montanhistas que ali realizam vários percursos de caminhada.
 
Entre os desaparecidos podem estar vários turistas, admitem as autoridades.
 

“Esta área é um parque natural que é popular entre os turistas. Estamos a tentar resgata-los, mas o mau tempo e a chuva estão a impedir os esforços”, disse Uddhav Bhattarai à Reuters.


Os espanhóis no Nepal, turistas e residentes, foram os primeiros europeus a ser evacuados na sequência do terramoto que causou milhares de vítimas e danos materiais incontáveis. 

À chegada ao aeroporto de Nova Deli, na Índia, onde seguirão depois caminho para Madrid, foram poucos os que quiseram partilhar as histórias de horror e sofrimento, apontando o dedo às autoridades nepalesas, que dizem tê-los tratado “que nem cães”.
 
Este sábado, um sismo de magnitude 7.8 foi sentido no Nepal e provocou a morte a mais de quatro mil pessoas. No entanto, o número de vítimas mortais pode ascender às dez mil. O valor foi admitido, esta terça-feira, pelo próprio primeiro-ministro nepalês,  Sushil Koirala.

Um sobrevivente no Tibete filmou, com o telemóvel, o momento exato em que a terra começou a tremer no dia 25 de abril. Nas imagens que foram divulgadas esta terça-feira, pode ver-se que, depois do impacto inicial do terramoto que teve o epicentro no Nepal, seguiu-se uma sequência de avalanches.