França, Arábia Saudita, Emiratos Árabes Unidos e Jordânia decidiram hoje aumentar o apoio aos rebeldes sírios, durante uma reunião em Paris.

O Presidente francês, François Hollande, e os ministros dos Negócios Estrangeiros daqueles três Estados árabes argumentaram que se justifica manter a pressão sobre o Presidente sírio, Bachar al-Assad.

Esta pressão foi justificada com a necessidade de o «dissuadir a recorrer de novo a armas químicas e conseguir que inicie negociações para uma solução política».

Através de um comunicado da Presidência francesa, os participantes divulgaram que «acordaram na necessidade de reforçar o apoio internacional à oposição democrática que lhe permita enfrentar os ataques do regime».

Criticaram ainda as autoridades de Damasco por, devido ao que disseram ser a sua obstinação, estarem a favorecer os movimentos extremistas e a ameaçar «a segurança regional e internacional». O Presidente francês e os ministros árabes asseguraram ainda que o seu objetivo é «uma Síria unida e livre, em que se respeitem a segurança e os direitos de todas as comunidades».