"Eu pensava que ia morrer e deixar os meus pais, os meus irmãos, amigos e parentes para trás", relatou o jovem à BBC, refugiado na Turquia.


 "Eles começaram a chicotear-me e a eletrocutar-me. Eu contei-lhes tudo", relembra. A tortura durou dois dias e o jovem acabou por ser condenado à morte. Contudo, o executor teve pena e deixou-o fugir. Agora, afirma, “sempre que fecho os olhos, tenho pesadelos”.

"Eles fingem que são religiosos mas são infiéis. Costumam fumar. Fingem seguir regras muçulmanas, mas não as cumprem. Eles batem e matam pessoas".




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