Aviões de combate russos bombardearam a cidade síria de Raqqa (nordeste), bastião dos jihadistas do grupo extremista Estado Islâmico (EI), e destruíram infraestruturas “utilizadas para treinar terroristas”, anunciou hoje o Ministério da Defesa russo.

“A 01 de outubro, caça-bombardeiros Su-34 realizaram ataques contra um campo de treino do EI e um posto de comando camuflado a sudoeste da cidade de Raqqa”


“Em resultado dos ataques, o posto de comando foi neutralizado (e) a infraestrutura utilizada para treinar terroristas foi completamente destruída”, acrescentou.

Uma fonte do Observatório Sírio dos Direitos Humanos avançou à Reuters, que este bombardeamento assumido pela Rússia matou, pelo menos, 12 combatentes do Estado Islâmico.

Também esta sexta-feira, uma fonte militar síria e a televisão estatal noticiaram uma vaga de ataques aéreos nas províncias de Idlib, Hama e Aleppo, em alvos ligados ao Estado Islâmico (EI). Terão sido realizadas, pelo menos, 18 ações militares por parte do exército sírio, escreve a Reuters.

Todavia, segundo a mesma agência de notícias, as zonas atingidas serão as mesmas que já tinham sido alvo de bombardeamentos por parte dos militares russos e onde o EI tem pouca presença. As regiões de Idlib e Hama são marcadas pela presença de rebeldes, que combatem o atual regime de Assad. Apenas a área de Allepo conta com a presença do EI.