As forças aliadas, lideradas pelos Estados Unidos, que têm vindo a realizar ataques aéreos ao Estado Islâmico, no Iraque e na Síria, anunciaram, esta quarta-feira, que foram mortos 2500 jihadistas no mês de dezembro. 

O porta-voz dos militares norte-americanos em Bagdad, o coronel Steve Warren, informou a agência AFP que, desde que os ataques aéreos começaram em 2014, o Estado Islâmico perdeu 40% do território que dominava no Iraque  e 10% na Síria.

Uma nova tentativa para enfraquecer o Estado Islâmico passa por atacar as estruturas petrolíferas que o grupo utiliza para financiar as suas operações. O militar referiu que já foram destruídas 30% das reservas do grupo, reduzindo a produção de 45 mil barris de petróleo por dia para 34 mil.

Segundo o porta-voz do exército norte-americano, o Estado Islâmico começou a perder terreno a partir de maio e adotou, a partir daí, uma postura mais defensiva. Prova disso foi a recuperação da cidade de Ramadi pelas forças iraquianas.

Os Estados Unidos calculavam a existência, em 2015, de 20 a 30 mil combatentes do Estado Islâmico, no Iraque e na Síria, de acordo com as declarações do militar à AFP.