“O Daesh [nome árabe do autoproclamado Estado Islâmico] colocou hoje uma grande quantidade de explosivos no templo de Baal Shamin, provocando depois a explosão que causou muitos danos no templo”, afirmou Maamoun Abdulkarim.

 

“[A parte interior do templo] foi destruída e as colunas à volta cederam”, especificou.

 

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos já confirmou a destruição do tempo, construído no ano 17 d.C. e aumentado no ano 130 d.C. pelo imperador romano Adriano.

O Estado Islâmico, que controla partes da Síria e do vizinho Iraque, tomou Palmira a 21 de maio, o que provocou preocupação internacional sobre o destino do património da cidade descrita pela UNESCO como de “valor universal excecional”.