“Infelizmente, alguns sírios e líbios estão dispostos a arriscar as vidas e almas dos seus filhos, sacrificando muitas [vidas] na viagem perigosa para as terras” dos infiéis, governadas “por leis do ateísmo e indecência”.






“[Vão estar] constantemente expostos à ameaça do sexo, sodomia, drogas e álcool. (…) Mesmo que não pequem, vão esquecer a língua do Corão – o árabe – a que os rodeava na Síria, Iraque, Líbia e outros lugares, tornando o regresso à religião e os seus ensinamentos mais difícil”.

Estado Islâmico cria a própria moeda