O presidente sírio, Bashar al-Assad, garantiu que não tem armas químicas e que a acusação de ter usado esse tipo de armamento recentemente é uma “fabricação” dos Estados Unidos, exigindo por isso uma investigação imparcial.

Em entrevista exclusiva dada esta quarta-feira à agência francesa France-Presse e divulgada esta quinta-feira, al-Assad afirmou que não tem “armas químicas há vários anos (…), em 2013 todo esse arsenal foi entregue”.

E mesmo se tivéssemos tais armas, nós nunca as teríamos usado", afirmou.

Cerca de 70 pessoas morreram no ataque, incluindo muitas crianças. Centenas de pessoas ficaram feridas. Muitas famílias foram destroçadas.

Inicialmente, o governo sírio negou responsabilidades no ataque. Alinhada com o regime de Bashar-Al-Assad, a Rússia também afirmou que foram armas químicas dos rebeldes a provocar a tragédia. A maioria dos países, no entanto, acusa o regime de Damasco.