Para um em seis homens, uma relação depende do desempenho sexual do casal. Também para a mesma proporção deixariam a parceira que não os satisfizesse na cama.

Uma sondagem levada a cabo pelo site «bondara.com.uk» mostra que menos de metade dos britânicos admite ter sido «muito feliz» com a quantidade de vezes que atingiram o orgasmo. A amostra para o estudo foi de 3800 homens e mulheres.

Atingir o orgasmo é muito importante para um em quatro homens e uma em cinco mulheres. Por isso, classificam o facto de ter orgasmos mais importante do que estar apaixonados, revela o «Dailymail».

Os resultados demonstram que 16 por cento dos homens e 10 por cento das mulheres terminariam uma relação se não conseguissem atingir o orgasmo com o parceiro. 39 por cento dos homens e mulheres considera um facto decisivo.

Embora 60 por cento dos inquiridos tenha classificado a sua relação, no geral, como «muito feliz», no que toca ao âmbito sexual, 17 por cento dos homens e 6 por cento das mulheres classificaram da mesma forma.

Quando questionados acerca do que afeta a capacidade de atingir orgasmos, cansaço foi a razão mais apontada com 20 por cento das mulheres e 23 por cento dos homens. Autoestima e falta de apetite sexual seguiram-se na lista de motivos.

Um em quatro dos voluntários atestou que se sente pressionado para atingir o clímax sempre que tem sexo. Como resultado, 27 por cento das mulheres e 69 por cento dos homens afirmou já ter fingido o orgasmo.

Para 47 por cento das mulheres, perder mais tempo nos preliminares faz a diferença bem como o sexo oral (38 por cento). Para os homens, 54 por cento acredita que o sexo oral beneficia a atividade sexual e 43 em cem defendem que os preliminares são importantes para atingir o orgasmo.