A Venezuela está a estudar a possibilidade de «bombardear» as nuvens para forçar a ocorrência de chuvas e combater a situação de «seca extrema a severa» que afeta nove dos 23 estados do país.

O anúncio foi feito quarta-feira pelo presidente do Instituto Nacional de Meteorologia e Hidrologia (Inameh), José Gregório Sotollano.

«O bombardeamento de nuvens realiza-se a nível aéreo ou terrestre (...) Com esta técnica consegue-se injetar uma substância [iodeto de prata] que acelera o processo de condensação e, dessa maneira, faz chover», disse.