Um estudo publicado numa das mais prestigiadas revistas médicas do mundo, a Lancet, apresenta uma relação direta entre o trabalho e a doença: trabalhar 55 horas ou mais por semana aumenta em 33% o risco de enfarte.

 

O valor tem por base uma jornada laboral entre as 35 e as 40 horas.

 

Já os que cumprem entre 41 e 48 horas apresentam um risco acrescido de 10%.

 

Os investigadores concluem mesmo algo que até agora era inquestionável: afirmam que o aumento do risco de enfarte mantém-se mesmo quando se retira da equação o consumo de tabaco e álcool e a prática ou não de atividade física.

 

E não é uma investigação pequena, pelo contrário: foram analisados perto de 529 mil homens e mulheres, ao longo de 7 anos.