logotipo tvi24

Sarkozy joga tudo para evitar derrota

Presidente francês usa últimos argumentos antes das eleições de domingo

Por: tvi24 / FC    |   2012-05-03 21:49

Quase em desespero de causa, Sarkozy joga o tudo por tudo para se manter no Eliseu. No último grande comício da campanha, o presidente candidato chamou louco a quem quiser mexer no Tratado Orçamental Europeu.

E voltou a puxar dos galões ao invocar as suas reformas: uma política que evitou a França cair na crise em que se encontram outros países europeus, como Portugal.

O último grande comício de Sarkozy contou, uma vez mais, com a fiel presença de Bernadette Chirac, que, ao contrário do marido, o ex-presidente Jacques Chirac, não desertou das fileiras do partido para votar no rival.

«Fizemos reformas que evitaram a humilhação da Grécia, sofrimentos em Itália e Portugal, angústia em Espanha. Este acordo travou a crise de confiança. Revê-lo, seria uma loucura», disse Sarkozy.

Casa cheia em Toulon, no sul, um dia depois de um debate televisivo pautado pela agressividade: uma sondagem sobre o duelo Hollande/Sarkozy continua a dar a vitória ao candidato socialista que terá convencido quarenta e cinco por cento dos franceses contra quarenta e um por cento para o atual presidente.

Partilhar
Mais sobre este tema
EM BAIXO: Sarkozy (EPA)
Sarkozy (EPA)

FBI: 2 agentes envolvidos na morte de Tsarnaev morrem durante treino
Christopher Lorek e Stephen Shaw caíram de um helicóptero enquanto faziam manobras de busca e salvamento
Fãs dos Simpsons poderão andar nas ruas de Springfield
Parque temático vai ser inaugurado na Flórida
Primavera? Há 126 anos que não fazia tanto frio em Paris
Meteorologistas concluíra que desde 1886 que a temperatura não descia tanto no mês de maio
EM MANCHETE
Cavaco não gostou de ser chamado de «palhaço»
Presidente solicitou à PGR a análise das afirmações de Miguel Sousa Tavares. Ministério Público já instaurou inquérito e escritor reconhece que exagerou. Tribunais não consideram «palhaço» uma ofensa à honra
UGT apoia greve geral da Função Pública em junho
Os «termos » de Heloísa Apolónia calaram Passos Coelho
PUB