O relato de um homem, que se apresentou como assassino arrependido, no Senado das Filipinas, dando conta de que o Presidente Rodrigo Duterte matou um investigador do Ministério da Justiça, desencadeou apelos a uma investigação.

Edgar Matobato, 57 anos, ex-membro de um esquadrão da morte, contou, na quinta-feira, perante uma comissão do Senado filipino que, em 1993, Rodrigo Duterte “despejou dois carregadores de Uzi (pistola metralhadora)” sobre um certo Jamisola, agente do Departamento Nacional de Inquérito, que funciona sob a dependência do Ministério da Justiça.

Na sequência das explosivas declarações, a Human Rights Watch (HRW) instou Manila a permitir uma investigação por parte das Nações Unidas.