A imprensa venezuelana revelou hoje que os grupos civis, conhecidos como «coletivos chavistas», se recusam participar no programa governamental de desarmamento da população civil, porque este deveria destinar-se exclusivamente a criminosos e instaram à reforma do sistema judicial venezuelano.

«Parece-nos totalmente absurdo que se esteja a pedir aos coletivos de trabalho revolucionário que entreguem as armas, ao mesmo nível que se exige a qualquer grupo criminoso. Não!. Não somos grupos criminosos, somos organizações revolucionárias», diz o diário Últimas Notícias (UN), citado pela a agência AFP.

Segundo o UN, a posição daqueles grupos revolucionários foi revelada numa conferência de imprensa durante a qual foi lido um comunicado em nome de 260 grupos coletivos venezuelanos.