A família real espanhola está toda de férias, no Palácio de Marivent, em Palma de Maiorca, à excepção de Juan Carlos. O rei emérito viajou para Clonmellon, uma pequena localidade na Irlanda, localizada a 80 quilómetros de Dublin, onde foi fotografado com a empresária Marta Gayá, que há muito se suspeitava ser amante do ex-rei de Espanha.

Segundo a revista espanhola Look, Marta foi convidada pelo rei Juan Carlos para a inauguração da igreja de São João Batista de Clonmellon. Na imprensa espanhola, circulam imagens do evento, que mostram Marta Gayá ao lado do monarca. Foi mesmo divulgado um vídeo de telemóvel que mostra o monarca e a empresária durante o ato oficial.

Mais de 30 anos depois de terem surgido os primeiros rumores de uma relação entre Juan Carlos, prestes a completar 80 anos, e Marta Gayá, de 68, parece que o rei emérito mantém contacto com a maiorquina.

Marta Gayá pertence a uma família rica, da elite de Palma de Maiorca. É filha de Fernado Gayá, proprietário do hotel “Villamil”. No final dos anos 70, casou com engenheiro industrial, Juan Mena, mas separaram-se ao fim de três anos.

Nessa altura, Marta Gayá passou a frequentar os círculos do “jet-set” espanhol e foi apresentada, por um amigo, ao rei Juan Carlos. Depois disso, começaram um relacionamento que, na altura, foi muito falado nos órgãos de comunicação espanhóis. Contudo, até agora, ainda não havia nenhuma fotografia dos dois juntos.

Uma biografia não autorizada sobre a vida íntima do monarca espanhol refere que Juan Carlos teve cinco mil amantes, ao longo da vida. De acordo com o jornal El Español, no livro, escrito por Amadeo Martínez Inglés, pode ler-se que as relações amorosas continuaram mesmo após o casamento com a rainha Sofia.  Segundo o autor, já o rei estava casado e tinha 10 amantes em simultâneo. Encontrava-se com as mulheres em sítios luxuosos, fora de Madrid, como quintas ou hotéis, e deslocava-se de helicóptero.