"As medidas hoje acordadas são um passo na direção certa, mas há muito trabalho a fazer antes de nos voltarmos a reunir, em outubro"

No Twitter, ao mesmo tempo que falava aos jornalistas, Tusk, escrevia que uma gestão e controlo apropriados das fronteiras externas é uma responsabilidade comum: é injusto colocar todo o fardo na Itália ou Grécia.

O responsável lembrou que são milhões, e não milhares os refugiados que tentam chegar à Europa.

"Creio que hoje conseguimos parar de apontar o dedo"

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O responsável adiantou ainda que o debate entre a Hungria e a Áustria foi "significativo e energético".

Também Jean Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, sublinhou que esta foi uma "excelente reunião", e que vai permitir que os Estados-membros continuem a trabalhar nas medidas prioritárias.

"Hoje terminámos com o arriscado jogo do atirar as culpas"

Segundo uma proposta da Comissão Europeia, Portugal deverá receber cerca de 70 milhões de euros, até 2020, em fundos comunitários para integrar refugiados e migrantes.

Segundo o contributo do Executivo comunitário para a discussão da crise dos refugiados, Portugal deverá receber mais de 32,7 milhões de euros na rubrica denominada de "Fundo de Asilo, Migração e Integração". 

Na rubrica "Fundo de Segurança Interna", relativa a fronteiras, Bruxelas irá alocar a Portugal quase 19 milhões de euros, enquanto a nível das autoridades policiais o fundo destinado aproxima-se dos 18,7 milhões de euros.