O grupo Estado Islâmico disse, na quarta-feira, ter sequestrado um cidadão chinês e um norueguês e exigiu um resgate, de valor não especificado, em troca da sua libertação.

Em Oslo, a primeira-ministra Erna Solberg confirmou que um cidadão norueguês na casa dos 40 anos tinha sido capturado na Síria, em janeiro. A governante acrescentou que tudo indica que o sequestro tenha sido realizado pelos jihadistas, mas insistiu que “a Noruega não paga resgates”.

O anúncio do Estado Islâmico surgiu no mais recente número da revista jihadsta "Dabiq", em língua inglesa, distribuída no Twitter.

A publicação mostra várias imagens dos dois reféns e informações pessoais sobre os mesmos, incluindo o nome, a profissão, o local de nascimento e a morada.