As autoridades de Kinshasa anunciaram este sábado o fim da epidemia do Ébola, que tinha sido declarada oficialmente no final de agosto numa zona isolada da República Democrática do Congo (RDCongo), provocando 49 mortos.

O ministro da Saúde congolês, Félix Kabange Numbi, indicou igualmente que a RDCongo acabou a formação de um primeiro grupo de 180 pessoas especializadas na luta contra esta doença, «pronto para intervir na Guiné-Conacri, na Serra Leoa, na Libéria e no Mali».

Na RDCongo, «o fim da epidemia (...) não significa que o perigo está totalmente ultrapassado», porque o Congo «continua, como todos os outros países do mundo, sob a ameaça de casos de importação da doença do vírus do Ébola», sobretudo a partir do Oeste de África, declarou Kabange, durante uma conferência de imprensa em Kinshasa.