Um antigo comissário de bordo da companhia australiana Qantas, que acredita ter desenvolvido a doença de Parkison após repetida exposição a pesticidas no interior dos aviões, planeia processar o Estado, informou esta segunda-feira o seu advogado.

Brett Vollus, de 52 anos, trabalhou 27 anos ao serviço da Qantas como assistente de voo, e pediu a reforma antecipada em maio passado.

O antigo funcionário da Qantas decidiu levar o caso à justiça, depois de o seu neurocirurgião, em Sydney, lhe ter feito o diagnóstico da doença e de lhe ter dito que estava a acompanhar vários tripulantes de cabina.