Centenas de pessoas concentraram-se esta quarta-feira, pelo segundo dia consecutivo, em La Candelária, no centro de Caracas, em protesto pelo assassínio a tiro de um comerciante português, cuja padaria foi assaltada terça-feira por dois homens armados.

«Neste país matam as pessoas, dizem-nos que vão investigar e uma semana depois não se sabe mais nada. Queremos que se identifiquem os assassinos, que sejam julgados, que as autoridades nos deem um exemplo de justiça», disse uma portuguesa à Agência Lusa.

Muito contrariada com a situação, Fátima Agrela explicou que «os imigrantes passam a vida inteira a trabalhar e, de repente, vem alguém que lhes rouba as coisas ou os assassina».