Um tribunal venezuelano ordenou sexta-feira a libertação de 10 estudantes presos há 35 dias, entre eles uma luso-descendente de 23 anos acusada de terrorismo por se manifestar contra uma resolução do Ministério de Educação venezuelano.

«A minha filha está livre, já emitiram a ordem de libertação», disse Ingrid Maldonado, mãe da jovem luso-descendente, à agência Lusa.

Segundo Alfredo Romero, diretor da organização não governamental Foro Penal Venezuelano, três dos jovens saíram em «liberdade plena» enquanto aos outros sete, entre eles Aíram Araújo Maldonado, foi imposto um regime de apresentações mensais em tribunal.