"Um técnico da Alaska Airlinas realizou dois testes a Arntson e recebeu os resultados de que o piloto tinha uma concentração de álcool no sangue de 0,134% e 0,142%. Depois que o técnico informou a empresa dos resultados, os direitos dele foram removidos", diz a procuradoria. 


Arntson pediu a reforma da empresa depois do incidente.
 

"Aqueles no comando de aviões de passageiros, ou qualquer outra forma de transporte público, têm a obrigação de servir o público da maneira mais segura e mais responsável possível. Não podemos e não vamos tolerar aqueles que violam a confiança de seus passageiros e que colocam vidas em perigo", disse o procurador Eileen M. Decker.