No dia 20 de junho de 2014, Arntson pilotou um avião do aeroporto internacional de San Diego para Portland, em Oregon. Em seguida, teria feito um outro voo de Portland para o aeroporto Jon Wayne, em Orange County, na Califórnia.

Ao aterrar em Orange County, o ex-piloto foi selecionado para testes aleatórios de álcool e drogas feitos pela empresa aérea.

"Um técnico da Alaska Airlinas realizou dois testes a Arntson e recebeu os resultados de que o piloto tinha uma concentração de álcool no sangue de 0,134% e 0,142%. Depois que o técnico informou a empresa dos resultados, os direitos dele foram removidos", diz a procuradoria. 

Arntson pediu a reforma da empresa depois do incidente.

 

De acordo com a lei federal dos Estados Unidos, uma pessoa que opera transportes comuns de passageiros, como voos comercias, é considerada sob efeito de álcool quando nível no sangue é de 0,10% ou mais. A pena máxima é de 15 anos em prisão federal.

"Aqueles no comando de aviões de passageiros, ou qualquer outra forma de transporte público, têm a obrigação de servir o público da maneira mais segura e mais responsável possível. Não podemos e não vamos tolerar aqueles que violam a confiança de seus passageiros e que colocam vidas em perigo", disse o procurador Eileen M. Decker.