Os correspondentes estrangeiros na China enfrentam cada vez mais obstruções e perseguições por parte da polícia, de uniforme e à paisana, quando realizam o seu trabalho, segundo um relatório da Associação de Correspondentes da China.

Mais de 72% dos 120 inquiridos confirmaram esta ideia, contra os dois terços que, no ano passado, consideraram que as suas condições de trabalho pioraram.

O relatório refere ainda que menos de 5% admitiu ter sido objeto de violência física ou detenção.

Entre os muitos casos, é relatado o de um repórter que pediu anonimato, contando que lhe confiscaram a carteira de jornalista quando entrevistou os familiares dos passageiros do voo MH370.

Recorde-se que esse avião desapareceu quando fazia a rota entre Kuala Lumpur e Pequim, há mais de um ano.