As imagens divulgadas incluem crianças de 19 escolas, onde se incluem algumas das melhores instituições de ensino secundário da nação.

As fotografias foram inocentemente tiradas pelas jovens a si mesmas e às amigas dentro e fora da escola, e partilharam-nas nos seus perfis das redes sociais.

Foi exatamente destes locais que os administradores retiraram as imagens sem autorização e as inseriram no site, numa galeria de menores em posições mais «picantes», acompanhadas de «comentários de pedofilia explícitos».

A investigação mostrou também que o site está registado em nome de uma empresa de contabilidade offshore no Chipre, mas que é sediado e executado a partir de Israel.

Um representante do site na América reivindicou que as imagens eram simplesmente «provocantes» e para «fantasia» dos utilizadores.

Desde que o caso foi exposto, as imagens foram retirados. A BBC assegura que tem passado todas as informações descobertas às autoridades de proteção das crianças da Irlanda do Norte.