O antigo Presidente do Equador Jamil Mahuad foi julgado em ausência e condenado, esta quinta-feira, a uma pena de 12 anos de prisão pelo crime de peculato relacionado com a crise financeira que o país viveu em 1999.

Jamil Mahuad, alvo desde segunda-feira de um alerta vermelho da Interpol, que corresponde a um pedido de captura para fins de extradição, encontra-se em paradeiro desconhecido.

Quando foi forçado a demitir-se do cargo, em janeiro de 2000, na sequência de um movimento de revolta indígena, o antigo chefe de Estado abandonou o Equador e mudou-se para os Estados Unidos onde se dedicou ao ensino universitário, tendo lecionado em Harvard até há pouco tempo.